No mês da Eucaristia e do Sagrado Coração de Jesus, um testemunho sobre ser custódia na vida daqueles que necessitam

Maria de Nazaré Sacramento – Servir ao altar do Senhor e levar a Eucaristia aos enfermos é uma grande graça de Deus em minha vida. Tudo começou em 2012, quando fui convidada para servir como Ministra Extraordinária da Eucaristia. Inicialmente eu disse não, pois me sentia indigna, incapaz e nunca havia pensado em estar nesse serviço. Mas, depois de pensar e fazer oração, entendi que se tratava de um chamado de Deus; foi então que aceitei o desafio, fiz o curso de preparação para Mesce (Ministério Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística) e comecei a atuar na Paróquia Oratório do Soldado, em Brasília/DF, ao qual fazia parte.

Em 2013, eu e minha família já recebíamos a imagem da Mãe e Rainha na nossa casa e também fui convidada para ser missionária da Mãe Peregrina. Foi então que comecei a frequentar mais o Santuário Tabor da Esperança e fui convidada para selar a Aliança de Amor.

Em outubro de 2014 selei a Aliança de Amor com a Mãe e Rainha e no ano seguinte conquistamos o nosso Santuário Lar, intitulado: Santuário lar SIM PAI. A partir dessas conquistas, passei a colocar em prática minhas ofertas ao Capital de Graças e observar as exigências e promessas propostas na Aliança de Amor. O melhor uso do tempo, a oração e missa diária são fatores imprescindíveis, para mim, para viver a missão de servir a Deus e ao próximo.

Com o tempo fui percebendo uma grande mudança no meu relacionamento com a família e a Igreja. Enquanto isso, eu continuava servindo como Mesce e teve um período, antes da pandemia, que eu levava a Eucaristia para os enfermos num hospital militar. O que foi um grande aprendizado, uma experiência muito particular, principalmente quando eu ficava sabendo que alguns enfermos tiveram a oportunidade de receber a comunhão poucas horas antes da passagem deles para junto do Pai. Isso era muito confortante para mim e também para a família do moribundo. Destaco aqui a importância da visita do sacerdote, antes da Eucaristia, possibilitando o sacramento da Reconciliação.

Nós, Ministros Extraordinário da Sagrada Eucaristia, temos o privilégio de testemunhar a importância desses dois sacramentos na vida dos doentes, não só a melhora física, mas especialmente a cura espiritual. Servir como Mesce nos permite levar o Nosso Senhor Jesus Cristo, presente na hóstia consagrada, aos enfermos e, ao mesmo tempo, encontrarmos neles a presença do Nosso Senhor Jesus Cristo. Lembrando que isso só é possível pela ação do Espírito Santo e da poderosíssima intercessão de nossa querida Mãe Celeste. Daí a grande importância de selar e viver a Aliança de Amor com nossa querida Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.

 

Fonte: schoenstatt.org.br