“Como Soberana, reinas no céu e, radiante de felicidade,
Habitas junto a deus Trino; com teu Filho governas o mundo
Do qual ele te constituiu Mãe.” (Rumo ao Céu 355)

 

No dia 22 de agosto a Igreja faz memória de Nossa Senhora Rainha

Pe. Francisco José Lemes Gonçalves– Depois da Solenidade da Assunção de Maria ao Céu a Igreja nos convida para olhar para a realeza de nossa Mãe, que junto ao Filho Senhor e Rei do Universo, é nossa Senhora e Rainha junto com ele. Com seu Divino Filho ela reina nos corações dos remidos pelo Sangue derramado na Cruz, com seu Divino Filho manifesta as suas magnificências e como Boa Mãe a todos socorre.

A realeza de Maria, embora usemos as imagens do mundo, ofertando-lhe coroas e cetros, dando-lhes títulos nas catedrais, basílicas, nações e nosso pequenino Santuário de Graças; sua realeza é como a do Filho: serviço! Ela também pode dizer como o Filho: “não vim para ser servida, mas, para servir”. Diferente de nossas rainhas que se encastelam, precisam de uma série de protocolos, há ocasiões em que se apresenta aos seus súditos – um aceno para agradar as multidões, uma série de medidas de segurança quando se está fora do castelo; nossa Rainha é muito acessível! Muito próxima. Não se precisa protocolos para irmos até sua casa, sempre aberta para seus filhos e filhas.

Ela quer reinar no seu coração

Seu castelo é sua casa, seja nos grandes centros ou nas periferias. O reino onde ela quer reinar é seu coração, sua vida. Ela se deixa tocar quando chega em sua casa pelo missionário ou missionária. Não tem luxo, apenas quer um lugarzinho para que todos ao entrar em sua casa, comércio, escola, presídios, hospitais e paróquias aí ela com seu Divino Filho passa distribuir as graças que trazem consigo a cada visita.

Nossa Mãe e Rainha

Nossa Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt quer fazer da sua realidade um “Belo Lugar” (tradução da palavra “Schoenstatt” em alemão) e como estamos a precisar disso nestes tempos de pandemia! Queremos que ela reine sobre todas as consequências que estamos a viver neste período pandêmico. São nestas realidades que ele quer exercer o brilho de sua coroa e a bondade de seu cetro. Somos seus filhos e ela não fica indiferente aos sofrimentos e agruras deste tempo. Não tenhamos vergonha de lhe chamar de MÃE E RAINHA, aliás, ela anseia que nossos lábios assim exclamem, pois, ela quer nos socorrer bem depressa.

Com nosso Pai e Fundador, o Pe. José Kentenich, que em Maria teve grande confiança, principalmente nos momentos cruciais de sua vida e Obra de Schoenstatt, rezemos:

“Mostra-te como grande Educadora, a grande Rainha, para que todas as grandes verdades da lei fundamental do amor não se realizem somente em nós, mas todos os nossos sucessores sejam presenteados de modo semelhante por ti. Este é o grande pedido. Tudo isto queremos expressar, colocando agora a coroa sobre tua fronte e entregando o cetro em tuas mãos. Amém!” (Padre José Kentenich – 20/08/1949)