Juliana Dorigo– Iniciamos o mês de outubro, um mês de muitas datas e celebrações especiais: o Rosário, da Padroeira do Brasil, da Fundação do Santuário de Schoenstatt e da Aliança de Amor. Também neste período, nos unimos para celebrar o Mês Missionário. A Igreja em sua essência é missionária, é o próprio Cristo que nos diz: “Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15).

Evangelizar é a vocação da Igreja, sendo a sua profunda identidade e inseridos nesta corrente, o Movimento Apostólico de Schoenstatt, contribuindo com a Igreja em saída, assim como pede o Papa Francisco, ao encontro do povo. Schoenstatt nasceu no coração missionário do Pe. José Kentenich, o qual pulsava o anseio de salvar almas para Deus.

É dentro da Obra de Schoenstatt que nasce a Campanha da Mãe Peregrina, desde seu início em 1950, com o Servo de Deus João Luiz Pozzobon, vive a plenitude da missão, conduzindo até os dias de hoje, coordenadores, missionários e famílias a viver em estado permanente de missão por meio da imagem da Mãe de Deus, peregrinando pelos bairros, prédios, comércios, presídios, hospitais, escolas e entre outros.

O espírito apostólico e missionário da Campanha têm sua fonte em João Pozzobon, o pobre peregrinos que compreendeu o chamado para levar a Mãe e Rainha aos lares das famílias, caminhando milhares de quilômetros ao longo de sua vida.

“Entendi que isto era uma missão que me confiavam. Disse, então, à Mãezinha: tenho sete fi­lhos, uma esposa, tenho que dar contas a Deus de meus filhos e de minha esposa. Porém, se é a vontade de Deus e a tua, um único homem pode mover o mundo inteiro”.

[1]

Assim como Pozzobon, hoje somos chamados a gastar a sola de nossos sapatos, levando a imagem da Mãe e Rainha para que ela possa transformar lares e famílias em santuários de graças, proporcionando o verdadeiro encontro com Cristo nosso Salvador. É pela “sim” de cada missionário e coordenador à missão que mantemos a chama do legado deixado pelo Servo de Deus, com o único objetivo: salvas as famílias.

Referência:

[1] Uriburu, E. J. Herói Hoje Não Amanhã pag. 60