Somos uma Família Internacional

26 de dezembro de 2014

Schoenstatt não tem fronteiras.

foto-2Karen Bueno – Casar, arrumar as malas e partir para o outro lado do mundo. Esse é o plano do casal Guilherme Luís Dias e Barbara Lunardelli, de Londrina/PR. Em 2013 eles iniciam uma nova jornada, começando a vida de casados na Austrália.

Mas antes de decidir em qual endereço residir, um fator é decisivo para o casal. Ambos pertencem à Juventude de Schoenstatt, o Movimento Apostólico faz parte de suas vidas desde muito cedo, e não dá para ser deixado de lado. “Nós descobrimos o Movimento na Austrália desde quando estávamos no Brasil, pois pesquisamos sobre ele. Inclusive escolhemos morar em Perth por ser uma cidade próxima ao Santuário”, contam.

Mesmo morando em outro continente, Schoenstatt permanece no coração e na vida do casal. “Nós frequentamos o Santuário, participamos de todas as atividades do Movimento e também ajudamos na preparação de alguns eventos”, comenta Bárbara. Recentemente eles ajudaram a preparar dois grupos para selar a Aliança de Amor: “Depois disso, muitos peregrinos tem procurado a Irmã assessora local para se consagrar pela Aliança também”.

O trabalho do casal é um sinal concreto da internacionalidade da Obra de Schoenstatt, mesmo longe, se sentem parte da Família e podem colaborar com ela. Acompanhe a entrevista com Guilherme e Bárbara, que respondem as pergunta direto da Austrália:

Como vocês entraram nessa aventura de casar e ir morar tão longe?

A ideia inicial de vir para Austrália foi do Guilherme, tanto para abrir os horizontes e conhecer novas culturas quanto para obter uma experiência na área dele (Engenharia Civil). Depois de quatro anos de muito esforço, conseguimos o visto de residência permanente, nos casamos e decidimos morar aqui em Perth (por tempo indeterminado).

Como foi o começo da vida na Austrália, o choque de culturas?

No início foi muito difícil, principalmente devido à distância da família, mas aos poucos nos acostumamos. A questão cultural é impactante, pois há uma diversidade de grupos étnicos muito grande e, portanto, uma variedade imensa de religiões, além das pessoas que não tem religião alguma.

Onde vocês moram atualmente? Tem um Santuário por perto?

Moramos em Perth e frequentamos o Santuário em Armadale, uma cidade que fica a 36 quilômetros de distância da nossa casa.

Como vocês descobriram o Movimento de Schoenstatt aí? Comparado com o Brasil, como é Schoenstatt na Austrália, quais suas características?

Nós descobrimos o Movimento aqui desde quando estávamos no Brasil, pois pesquisamos sobre. Inclusive escolhemos morar em Perth por ser uma cidade próxima do Santuário. Aqui, no Movimento, o número de schoenstattianos é menor comparado ao Brasil, mas a fé dos australianos católicos é forte e eles são muito comprometidos. Grande parte do Movimento ainda está em desenvolvimento, muitos só conhecem a Campanha da Mãe Peregrina, que está presente em várias paróquias.

O que levam de contribuição do Brasil Tabor para um país tão distante?

O Movimento no Brasil é muito desenvolvido e organizado, portanto serve de referência para a Austrália. Entre muitos pontos positivos do Schoenstatt brasileiro, almejamos implantar as missões, expandir os ramos e também ajudar a criar novos grupos.

  • Joanes Gregoratto

    Parabéns, amigos. Deus os fortaleça nessa caminhada de evangelização e vida!