Ser Missionários: para isso nascemos e existimos!

7 de fevereiro de 2016

Schoenstatt não faz missão, mas é missão!

Romaria da Juventude

Ir. M. Nilza P. da Silva – Sobre o tempo de fundação de Schoenstatt, tentando descrever o espírito schoenstattiano que movia a vida em 1916, Pe. Jonathan Niehaus escreve:

“O que preenchia o coração dos congregados não era apenas um amor por Maria, era mesmo um amor apostólico por Maria. Eles pretendiam fazer a diferença na Igreja e no mundo. Os seus ideais elevados focaram-se na conquista de si próprios (a própria santidade) e em conquistar outros para Cristo em Maria. O fato de concentrarem a atenção para fora dos muros do seminário, num período relativamente curto da fundação, é já por si revelador. Tal como o Pe. Kentenich disse em 1928: ‘Toda a comunidade fica moldada pelo seu objetivo. (….) Considerem a loucura desta ideia: Jovens estudantes a imaginarem que por meio deles e a partir deste lugar, que é o seu favorito, o mundo será renovado.

A renovação do mundo! Não lhes era suficiente que os indivíduos que se formassem aqui e entrassem no Movimento tivessem um espírito apostólico universal, nomeadamente que estivessem prontos a serem apostolicamente ativos, aonde quer que a oportunidade surgisse. Para que esse sonho não ficasse fechado, eles teriam que conquistar outros, teriam que ir para fora, para o resto do mundo. Sendo assim, [o nosso ideal] tinha que nos impelir a atrair outros para a nossa corrente de vida, incluindo aqueles que não conseguissem atingir as elevadas exigências da união, mas que quisessem ser apostólicos à sua maneira. Tínhamos que mobilizar todas as energias na imersão apostólica dos nossos tempos” (Uma Nova Visão, uma Nova Vida, 247 ).

Em 1937, Pe. Kentenich incentiva: “Ide e inflamai tudo! Inflamai a todos que encontrarem com o braseiro do amor a Deus, a Cristo. Como ressoa isso numa época que não quer mais conhecer a Jesus? Ide e inflamai a todos! (…) Inflamai-os também com a chama do amor à nossa Mãe Três Vezes Admirável. É uma grande tarefa! É uma tarefa que nos une como Família de Schoenstatt!” (8 de agosto de 1937)

Viver e anunciar a força do amor

Em 1965, ele diz: “O amor a Igreja impeliu-nos a chamar à vida a Obra… Schoenstatt – coração da Igreja. Que significa: coração? Significa ser a força de amor mais profundo possível e por ninguém ultrapassável. O poder do amor que conquista toda Igreja e a preenche totalmente de heroísmo, no campo do amor – tal é nossa missão! Cumpre estarmos internamente inflamados e, mais e mais, inflamamo-nos do braseiro ardente do amor.

Necessitamos empenhar-nos a fim de nos vincularmos pelos laços do amor, pessoa com pessoa, membro com membro. A Aliança de Amor com a Mãe de Deus tem de se tornar sempre mais em nossas fileiras, Aliança de Amor com o Deus Trino, Aliança de Amor entre nós, Aliança de Amor com todos os homens do mundo: À luz deste contexto, recordamos espontaneamente o belo ideal de Santa Terezinha. Que desejou ser? O amor presente no seio da Igreja. Esta é precisamente a nossa missão. Temos de anunciar o grande poder do amor, vive-lo e realizá-lo.”

  • …”Posso ser sincera?… Não escute as pessoas negativas; junte-se a quem enxerga a vida com bons olhos. Alie-se aos que a(o) amam de verdade e que curtem seu sucesso!” Fique feliz!!