Pelo que devemos agradecer?

31 de dezembro de 2015

Pelo ar, pela água, pela vida… por tudo!

rezaKaren Bueno – O último dia do ano é uma boa ocasião para pensar as conquistas e os desafios que enfrentamos durante os 365 dias que passaram. De todos os sentimentos e desejos, o que prevalece – ou deveria – é sempre a gratidão, já que certamente motivos não faltaram para ser grato, ainda que 2015 possa não ter sido o melhor de todos.

Por isso hoje cada pessoa é convidada a recordar tudo aquilo pelo que é grata, as coisas boas que lhe tocaram durante o ano, muitas vezes despercebidas. Não é um momento de nostalgia ou preocupação porque o tempo corre depressa, mas de certeza de que Deus toca pessoalmente a história, a vida, a missão de cada um e está presente em todos os dias do ano, com seu amor paternal.

Este texto não traz respostas, mas perguntas, ele quer instigar a descobrir o cuidado paternal de Deus que esteve presente em todo 2015: “Não temais, pois. Até os fios de cabelo da vossa cabeça estão todos contados” (Lc 12, 7). Cada um sabe o que lhe foi mais importante neste ano, aquilo que deve ser guardado com carinho na caixinha da memória para o novo tempo, por isso, pegue papel e caneta na mão e viaje pelos meses anteriores a procura das coisas que devem ser levadas sempre na bagagem…

Podemos nos perguntar:

Que momentos – desde os mais simples (passeios, encontros, reuniões) até os mais marcantes (casamentos, viagens, mudanças) – deram um colorido diferente ao meu ano? É possível repeti-los?

Como foi o ano em família? O que se pode extrair de bom para o próximo ano?

Quais pessoas eu conheci, que hoje me são importantes? Cultivei e aprofundei também os antigos vínculos com meus velhos conhecidos?

Tive, em 2015, conquistas espirituais e materiais em minha vida? É hora de recordá-las…

Faltou-nos alimento, moradia, roupas ou calçados? Deus está por trás disso, devemos lhe agradecer…

Deus, Pai de Misericórdia, está comigo em todos os momentos. Percebemos e agradecemos por sua presença?

Pude enxergar Deus comigo na rotina de trabalho?

Em quantas Missas pude encontrar-me pessoalmente com o Senhor? Valorizo e desejo ter mais momentos como esse?

Lembrei-me de Maria como minha Mãe e lhe demonstrei todo meu carinho?

Em Aliança, rezemos:

“Por tudo cordialmente agradecemos, filial amor, ó Mãe, te oferecemos. O que faríamos se com tanto ardor, não nos cuidasse teu materno amor?
De grandes aflições nos libertaste, com fiel amor a ti nos cativaste. Eternamente quero graças dar e sem reservas a ti me consagrar” (Pe. José Kentenich).