Pela Aliança, vocacionados em saída

1 de agosto de 2016

Começa o mês das vocações.

missoes familiares 2Karen Bueno – Em saída: essa é a expressão que arrasta a Igreja e inquieta a Família Internacional de Schoenstatt. No mês vocacional, refletimos como cada pessoa, em seu estado de vida e vocação, pode assumir um espírito decididamente missionário na vida diária, colocando-se “em saída” das pequenas às grandes ações.

A consciência de ser um construtor do novo século leva cada congregado na Aliança de Amor a assumir o espírito missionário, escolhendo um caminho de santidade e cultivando vínculos autênticos e sólidos, segundo as inspirações deste novo tempo.

Em saída, para cada vocacionado de Schoenstatt, é viver a Aliança de Amor no dia-a-dia, baseada naquilo que sua vocação pede.

Famílias em saída – Tanto as famílias consagradas como as outras têm um campo fecundo, no lar, para viver a missionariedade. Estar “em saída” na família, significa, entre outros, estar atento para as necessidades dos demais, colaborar com os trabalhos uns dos outros, perceber certos atos que causam alegria para o cônjuge, para o filho, os parentes; dedicar tempo e atenção para a vida familiar… Os pequenos atos gentis do dia a dia se refletem, para o mundo, como ‘ecos missionários’ a partir do lar.

Consagrados em saída – Para os consagrados, viver o espírito missionário no dia a dia está ligado, dentre tantas coisas, a seguir os conselhos evangélicos de pobreza, obediência e castidade. Para esses, há também a convivência de vida familiar ou comunitária, onde se pode cultivar também os gestos de cordialidade no dia a dia.

Celibatários em saída – Aos celibatários que vivem sua vocação sem estar necessariamente ligados a alguma instituição – pessoas solteiras no meio do mundo – vale a mesma dedicação na família. Destaca-se, nesse caso, o atuar na vida profissional, sendo um sinal da misericórdia divina no local e na área de trabalho em que atua. Estar em saída no mundo profissional pede a atitude orgânica de colocar Deus no centro das tarefas e na convivência com os demais. Não se trata de falar o tempo todo de assuntos religiosos, mas do apostolado do ser, de demonstrar, pelos atos, a presença e o amor de Deus Pai.

A todos os vocacionados, ficam as palavras do Pai e Fundador, Pe, José Kentenich, nesse começo de mês: “Devemos ter a mais viva convicção de que Deus traçou um plano, não só um plano para o mundo, mas também um plano para minha vida pessoal. Quem concebeu este plano? Não só a sabedoria e a onipotência de Deus, mas também o amor de Deus. Por isso é um plano de sabedoria, de onipotência e principalmente um plano de amor” (Abrigado em Deus Pai – Textos escolhidos sobre Deus Pai).