Mais um schoenstattiano em processo de canonização

22 de dezembro de 2014

Aberto processo de Pe. Hernán Alessandri.

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Cardeal Ricardo Ezzati (esq.) e Pe. Mariano Irureta (dir.) conversam sobre o processo de canonização e sobre o centenário da Aliança de Amor.

Arquidiocese de Santiago/Chile – Uma das personalidades mais emblemáticas, queridas e admiradas da história do Movimento Apostólico de Schoenstatt é o Pe. Hernán Alessandri Morandé – Padre de Schoenstatt chileno. Falecido em 18 de dezembro de 2007, aos 72 anos, já se encontra com o processo de canonização iniciado no Vaticano, assunto que alegra muito aos integrantes do Movimento.

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Pe. Hernán Alessandri com o Fundador de Schoenstatt.

Por esse motivo, na quinta-feira passada, 18 de dezembro, se reuniram o Superior Provincial dos Padres de Schoenstatt, Mariano Irureta, e o Cardeal Ricardo Ezzati, na Arquidiocese de Santiago/Chile, para conversar sobre o processo de canonização do Pe. Alessandri. “Eu queria expressar meu apreço e minha gratidão ao Cardeal, neste ano em que se completou o sétimo ano da partida de Pe. Alessandri”, comentou o Pe. Iruretra.

Entre os aspectos mais destacados do Pe. Alessandri, estava sua grande capacidade teológica, que o levou a ser convidado pelo próprio Papa João Paulo II em 1985, quando se completaram 20 anos do Concílio Vaticano II, a uma reflexão teológica pastoral no Vaticano. Também participou do Conselho Episcopal Latino-americano, Celam, e da conferência de Puebla, especialmente no tema de eclesiologia. “Ademais, foi um grande pastor, trabalhou muitos anos em Carrascal, na Paróquia Nossa Senhora das Dores e na Paróquia São Vicente Pallotti. Foi um pastor para os pobres, para os mais simples. Especialmente se recordam suas catequeses e todo material que elaborou para o mês de Maria, que até hoje se usam, e criou uma escola também”, relembra o Pe. Mariano Iruretra.

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Pe. Alessandri criou a Fundação Maria Ajuda, em apoio à crianças carentes.

Outra das obras que se recorda com grande carinho e admiração ao Pe. Hernán é a Fundação Maria Ajuda, que dá apoio a crianças de infância irregular, marcadas pelo abandono, pela delinquência e a prostituição. Pe. Mariano Iruretra recordou: “Nos anos 80 o Pe. Alessandri foi muito marcado por essa realidade dos pequenos e disse ‘Isso não pode ser’, e por isso veio esse grito ‘Maria Ajuda’, onde disse que nós temos que ajudar a Virgem para que isso não ocorra. Hoje em dia, Maria Ajuda é uma grande corporação reconhecida junto ao Lar de Cristo, à Fundação das Rosas, que a tem como um instrumento de fecundidade, como uma Obra de Deus”.

Além de conversar sobre o processo de canonização do Pe. Hernán Alessandri, o Cardeal Ricardo Ezzati e o Superior Provincial também comentaram os cem anos da fundação de Schoenstatt, celebrado no mês de outubro. “Foi uma festa muito aguardada. Um exemplo disso é o encontro que teve a Família de Schoenstatt com nosso querido Papa Francisco, no sábado, 25 de outubro, em Roma. Quando lhe perguntaram sobre a reforma da Igreja que ele está empreendendo, ele começou dizendo ‘As reformas da Igreja a fazem os santos’, por isso o caminho de reforma da Igreja em todos os tempos tem sido através dos santos, os recordamos em toda a história da Igreja – os grandes tempos de reforma estão unidos a grandes santos”, assinalou Pe. Iruretra.

Fonte: iglesia.cl

  • Dna Cida

    Que alegria para nossa Igreja e para nossa FAMILIA SCHOENSTATTIANA!!!

  • carol moraes

    Que lindo!!!!