Jufem: Uma linda história jubilar

12 de março de 2015

Rumo aos 75 anos.

DSC00292Karen Bueno – A Juventude Feminina de Schoenstatt do Brasil celebra 75 anos de fundação, por isso 2015 é um ano todo de festa para o ramo. Um grande encontro nacional marca a comemoração, assim sendo, jovens de vários cantos do país se preparam, através de um material único, para esse jubileu, que será celebrado em outubro.

A Jufem foi fundada na Alemanha no dia 15 de agosto de 1931, por um grupo de jovens que aspirava viver os ideais de Schoenstatt em sua realidade juvenil e feminina. Depois de pensar e refletir, o Pe. José Kentenich chegou à conclusão: “É a própria Mãe de Deus que quer fundar!”

Desse início, nove anos mais tarde o ideal de ser “uma juventude empolgada pela missão, de orientação e estilo marianos e que atue apostolicamente, em primeiro lugar através do seu ser” chega ao Brasil. É uma caminhada histórica rica, que precisa ser retomada com gratidão e alegria.

As primeiras sementes no solo do Tabor

No Brasil, os primeiros encontros do ramo acontecem em Londrina/PR, no dia 18 de outubro de 1940 – é a data de fundação da Jufem brasileira. As atas históricas contam que foram formados dois grupos da Juventude: um na paróquia, chamado ‘Filhas de Maria’, que era dirigido pela Ir. M. Clarentia Lorenz, e outro que se formou com as alunas do colégio Mãe de Deus, sob a responsabilidade da Ir. Mariaregis Kessler.

Em Santa Maria/RS, o primeiro grupo, chamado ‘Sementes do Reino da MTA’, inicia as atividades no dia 18 de outubro de 1946. Essas foram as primeiras jovens da Jufem a selar a Aliança de Amor no Brasil, no dia 8 de setembro de 1947, um dia depois do lançamento da Pedra Fundamental do Santuário de Santa Maria/RS. O Pai Fundador, Pe. José Kentenich, estava presente nessa consagração: “Eu não vejo somente vós, porém um grande número de jovens vos seguirão”. Hoje as palavras do Fundador se concretizam.

A unionista Lúcia Rensi, de Santa Maria/RS, é parte do primeiro grupo que selou a Aliança e guarda com nitidez e carinho esses primeiros jufemanos da Jufem. “O Pai e Fundador deu uma reunião para o nosso grupo. Ele nos cumprimentou e expressou muito interesse por cada uma de nós. Falou sobre a pequena Maria pura, nobre e serviçal. Esses três pontos. Pura, nobre e sacrifical”.

Nos anos de 1947, 1948 e 1949, o Pe. José Kentenich dá diversas conferências para a Juventude Feminina, tanto em Santa Maria/RS como em Londrina/PR. Deposita nas mãos das jovens a formação de uma nova mulher, à imagem de Maria.

Jufem na alma

Como o Pai e Fundador previa, a Jufem Brasil cresceu e se espalhou por todo país. Hoje está presente em cerca de 30 cidades, de oito estados brasileiros. É um ramo que deixa saudades em muitas mulheres: “Foram anos de muitos encontros, amizades e crescimento na Aliança de Amor pela vinculação à MTA, ao Santuário e ao Pai e Fundador”, diz Maria Helena Guariente, que pertenceu à Jufem nos anos 80 e hoje faz parte da União de Famílias de Schoenstatt.

Para a geração atual, é uma grande graça pertencer à Juventude Feminina de Schoenstatt nesse momento histórico: “É um presente enorme poder participar desse jubileu da Jufem, seguindo em busca dos próximos cem anos da Obra de Schoenstatt. Nesses 75 anos, queremos nos tornar heroínas do próximo século, então a expectativa é enorme. Espero que alcancemos todos os nossos objetivo e que a Mãe permaneça conosco, como ela sempre permaneceu”, comenta Tamiris Calixto, de Mairiporã/SP.

“Creio que quando recebemos um presente, não o guardamos somente para nós”, diz Carla Christiane, Jufem de Garanhuns/PE, que sonha em ver o ramo crescendo, conquistando mais lírios para esse imenso jardim.

Em 1996 as jovens descobriram o ideal que as une nacionalmente, formulado na frase ‘Lírio do Pai, Tabor para o mundo’. Esse ideal é atemporal, se faz presente hoje e quer ser a base da vida de cada uma que oferece sua juventude pela missão de Schoenstatt.

Saiba mais em jufem.com.br

  • Lourany

    Feliz por fazer parte dessa linda história ♡