Jufem: todas as gerações em festa!

6 de setembro de 2015

Encontro das Gerações Jufem marca o Nacional

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Ir. M. Nilza P. da Silva – A tarde de 5 de setembro, no Encontro Nacional da Juventude Feminina de Schoenstatt, em Londrina/PR, é marcado pelo encontro das gerações. Após peregrinar pelos passos do Fundador no Colégio Mãe de Deus, na Santa Casa e na Catedral, foi o lançamento do livro: “Lírio do Pai, guarda e cultiva a herança”. Com um texto muito agradável e fácil de entender, o leitor acompanha a história da Jufem, desde sua fundação na Alemanha até o ano de 2015, no Brasil. Inclusive traz a história da Jufem em cada cidade, onde o Ramo está presente. Ir. M. Rosângela de Souza, coordenadora da Equipe Editorial, explica a razão dessa obra: “Porque a Juventude é um ramo em que as gerações se sucedem muito rapidamente, é muito importante ter registrada a história e as correntes de vida que surgiram ao logo dos anos, pois cada nova geração sempre pergunta pela origem. Vemos as correntes de vida como sementes, elas não nascem do nada, mas são transmitidas de geração em geração.”

Como Maria, viver e anunciar a Aliança

Em seguida, é a Santa Missa, presidida pelo Pe. Carlos Shimura, Assessor dos Ramos Femininos, no Regional Paraná. A liturgia mariana convida a entoar o Magnificat, pelas grandes obras que Deus realiza. Em sua homilia, Pe. Carlos reflete: “O gesto de servir enobrece a vida de Maria e também a nossa vida. É a alegria do amor que revela o seu coração.” Apresenta ainda como Jesus é o centro da vida de Maria e deve ser também de nossa vida. A Aliança de Amor não é só colocar-se no abrigo da Mãe de Deus, mas para anunciar como ela anunciou. “Venho para Schoenstatt para receber, mas, devo querer estar sempre em saída e levar a Aliança de Amor para outros corações, a fim que Schoenstatt permaneça fecundo na Igreja”, conclui.

Jufem: um ideal que influencia vidas e muda o mundo!

O dia termina com o festivo jantar das Gerações. Mulheres que escreveram as páginas da história dos 75 anos da Jufem, no Brasil, vieram de perto e de longe para esse momento especial. Médicas, políticas, professoras, todas as profissões possíveis, casadas, solteiras, consagradas, enfim, as “sempre Jufem” estavam visivelmente emocionadas com o reencontro e em poder celebrar juntas o aniversário do Ramo que determinou o rumo de suas vidas. Participantes do grupos de todas as décadas, desde 1950, partilharam os melhores momentos vividos no Ramo. Percebe-se que a cada década houveram fortes correntes de vida que marcaram profundamente a trajetória dessas mulheres e que os ideais da juventude lhes deu direção decisiva. Frases que marcaram esse momento: “Não seria quem sou, se não tivesse sido Jufem!” “Nós rezamos muito, sabíamos que estávamos escrevendo a história e outras gerações nos seguiriam.” Cada década deixou um legado especial para o Ramo, a conquista da coroa lirial, o ideal nacional, o símbolo e a bandeira… legado regado de vivências e histórias que marcaram profundamente e deram norte para o futuro de cada participante.

capa1Cada geração, além do ideal, tinha também em comum a luta e os sacrifícios para conseguir levar o maior número possível de meninas para os encontros de formação. A criatividade para arrecadar fundos arrancou risos: “Nós vendíamos frutas na feira!” “Nós ficamos peritas em fazer pizzadas!” “Nós vendíamos doces…” Enfim, mostrou-se também que “quando se tem um por que, se enfrenta qualquer como!”

O bolo de aniversário não podia faltar e fechou esse momento de confraternização.

Gerações do passado e do presente com o mesmo ideal

Cada “sempre Jufem” escreveu o seu nome em um papel dourado, bem como cada menina da Jufem atual, formando uma imensa corrente, que foi entregue no Santuário, durante a oração da noite. Expressão da fidelidade a Aliança e da unidade àquela que lhes é modelo, Mãe e Educadora.

Beatriz Pereira Cela, de Londrina, está na Jufem há dois anos, escreve as páginas atuais dessa história gloriosa. Para ela, esse encontro com tantas mulheres de várias gerações da Jufem, deixa gravado no coração “principalmente a consciência de que pertencer a Jufem não significa estar neste ou naquele grupo. Mais do que isso, ser da Jufem é pertencer a um ramo que tem um grande ideal. A partir do momento que você tem um ideal, vive e olha todas as coisas de um modo muito diferente. É isso que a Jufem mais mudou na minha vida!”

Veja mais fotos desta tarde

Durante o dia, as mídias locais fizeram reportagens sobre o evento. Veja a reportagem da Rede Globo  e esta da TV Tarobá

  • Zuleica Niederauer Leote

    Com certeza, é uma herança para ser guardada e cultivada através da fidelidade à aliança, dando continuidade á missão. Muitas bênçãos, JUFEM!