José Engling, a certeza da pertença

5 de janeiro de 2016

Semente e modelo de santidade.

Ir. M. Nilza P. da Silva – No dia 5 de janeiro de 1898, nasce José Engling, o primeiro heroi da Obra de Schoenstatt. Ele entrega sua vida à Mãe e Rainha de Schoenstatt, como preço de resgate pela sua presença e atuação no Santuário. Parte ao céu, atingido por uma granada, em 4 de outubro de 1918.

Mas, 98 anos após sua morte, seu espírito está vivo e impulsiona milhares de pessoas em todo o mundo. Pe. Antônio Fiori, Palotino e diretor espiritual dos seminaristas diocesanos, em Londrina/PR, é um que vê em José Engling o exemplo a ser seguido.

José Engling viveu a certeza de estar sempre abrigado no Santuário e, por isso, Santuário se torna também o seu coração. Reflete Pe. Fiori:

“A questão da pertença em José Engling é impressionante. Esse caminho é o mundo da fé, mas é também uma reflexão filosófica, porque o “eu” sem a pertença é um “eu” esfacelado, que não tem unidade interna. José Engling não foi um menino ingênuo. Com 19 anos, atingiu a plena maturidade, o que para mim é uma coisa muito grande. Como jovem eu não captei isso, mas hoje eu capto que, no meio de uma cultura que estava caindo aos pedaços, José Engling manteve uma impressionante unidade interior. Ele vivia uma caridade heróica e alcançou a última síntese da vida”.

Que o testemunho heróico de Aliança de Amor vivida por José Engling continue vivo em cada filho de Schoenstatt, então, de fato edificaremos a cultura da aliança.