Frederico Westphalen: 40 anos de Movimento

2 de junho de 2016

Gratidão à Mãe e Rainha no jubileu de esmeralda de Schoenstatt na Diocese.

fredLuara Krasnievicz Dominski – O Movimento Apostólico de Schoenstatt da Diocese de Frederico Westphalen/RS comemorou no mês de maio seu jubileu de esmeralda. São 40 anos de história e atuação junto às paroquias da região.

Para celebrar 40 anos de história de Schoenstatt na Diocese de Frederico Westphalen, foi realizada uma programação especial na Tenda Pe. José Kentenich, ao lado do Santuário Tabor Porta do Céu, além de um momento de oração e confraternização para relembrar essa história de amor e devoção à Mãe e Rainha.

O início

O Movimento deu seus primeiros passos em 1976, por meio da Ir. M. Terezinha Gobbo, que na oportunidade trouxe o quadro da Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt como sinal, para futuras instalações de um Santuário nesta Diocese.

Logo no ano seguinte, em 1977, a Ir. M. Reginalda iniciou com os primeiros grupos de famílias e Juventude Feminina de Schoenstatt. O Movimento foi se expandindo e 12 anos depois já realizava o seu primeiro Congresso Diocesano com os quatro ramos da Liga Apostólica organizados: Liga de Famílias, Liga das Mães, Juventude Feminina e Juventude Masculina de Schoenstatt. Desde seu início o Movimento, na Diocese, tinha como diferencial o convite personalizado para o ingresso nos ramos.

Encontros anuais são realizados para que novos integrantes conheçam e se apaixonem pela sua história, a Mãe de Deus e o Pai Fundador. Vale ressaltar que as famílias optaram pelo ‘Encontro do Sim’, as mães pelo encontro ‘3 M’, A Jufem pelo ‘Menina Moça’ e o Jumas pelo ‘Homem Novo’.

O Santuário Tabor Porta do Céu

No ano em que a Igreja Católica celebrava o jubileu de 2000 anos do nascimento de Cristo, o Movimento de Schoenstatt da Diocese iniciou a conquista do Santuário de Schoenstatt. Conquista árdua e muito batalhada por todos os que pertenciam ao Movimento. A graça começou a ser alcançada em 1998, quando no dia 18 de outubro deste mesmo ano realizou-se a bênção do terreno para o futuro Santuário; no ano seguinte, em 18 de abril de 1999, realizou-se a bênção da Ermida da Mãe Três Vezes Admirável neste terreno.

Ali a Mãe se fez presente e todos os meses do ano 2000 eram realizadas romarias que seguiam da Catedral Santo Antônio até o terreno. “Conquistada a terra do Santuário, a Família de Schoenstatt da Diocese empenhou-se para descobrir a missão que a Mãe de Deus desejava assumir neste trono de graças que para ela seria edificado. Neste tempo, como Igreja, acompanhamos o Papa João Paulo II que proclamava o Ano Santo da Redenção abrindo a Porta Santa da Basílica Vaticana, ação simbólica que inaugurou o Ano Jubilar. Este gesto inspirou à concretização do nome Santuário de Schoenstatt “Tabor Porta do Céu” – explicou a Ir. M. Elisa Görck, atual assessora da Diocese.

No dia 5 de outubro de 2003, ano vocacional na Diocese, realizou-se a solene consagração do Santuário. Sendo o 20º construído em terras brasileiras, o Santuário Tabor Porta do Céu faz jus a seu nome, pois transmite paz de espírito e tranquilidade a todos que ali se encontram. De acordo com a Ir. M. Elisa, “junto ao Santuário nos empenhamos para formar uma atmosfera de céu, de forma que quem ali chegar exclame: Aqui é bom estar! De fato, no Tabor encontramos a Porta do Céu, lugar onde o céu toca a terra revelando as glórias de Cristo e de Maria” – exaltou.

Schoenstatt se expande em toda a diocese

O Movimento não ficou somente na cidade de Frederico, expandindo-se às paróquias e comunidades de Ametista do Sul, Caiçara, Novo Tiradentes, Pinhal, Rodeio Bonito, Vista Alegre, Taquaruçu do Sul, Vicente Dutra e Seberi, todas no Rio Grande do Sul. E a cada novo dia fortalece-se o ideal de levar a todos a mensagem de Schoenstatt.

Na comemoração dos 40 anos do Movimento, os participantes receberam um frasquinho com terra abençoada, que representa a ligação de três Santuários: o Santuário da Alemanha, o de Santa Maria/RS e o de Frederico Westphalen, além de uma visita especial do casal Elemar e Verônica Steffen – instrumentos escolhidos pela Mãe Três Vezes Admirável para edificar o Movimento na Diocese – e de algumas Irmãs de Maria que fizeram parte dessa linda história: Ir. M. Irani Arnd, Ir. M. Lidia Martini, Ir. M. Ligia Iop e Ir. M. Edivania Balzan. Logo após ocorreu uma retrospectiva, em vídeo, dos 40 anos do Movimento e uma confraternização que trouxe muita alegria a todos.

Fonte: tabormta.org