Família de Schoenstatt abre o ano no Rio de Janeiro

15 de março de 2016

Para um ano de santidade e missão.

rio 2Arnaldo e Maria Clara Souto Maior/Karen Bueno – Com a presença de cerca de cem dirigentes da Obra de Schoenstatt do Rio de Janeiro, a Família se reúne, no Santuário Tabor Redenção da Família, para o encontro de Abertura do Ano Schoenstattiano de 2016 no sábado, 5 de março.

Os trabalhos iniciam com a celebração festiva da Missa, presidida pelo Pe. Frank Luis Franciscatto. Além de abrir o novo ano de trabalhos, essa celebração também encerra a jornada de “24 horas para ao Senhor”, em obras e orações, realizada pela Família de Schoenstatt do Rio.

Na homilia o celebrante diz que é preciso ser ‘Schoenstatt em saída’, partindo em missão, e que todos devem ser servidores: “Vinho novo em odre novo. Nós devemos mudar, mas não só exteriormente. O vinho novo que recebemos é a mensagem de Deus que é sempre nova. Deus se volta para nós, para nos cativar. A atitude de simplicidade é o que Jesus espera de cada um. Neste Santuário queremos passar pela Porta Santa e deixar nosso coração se transformar”. Pe. Frank diz ainda que “devemos fazer tudo por amor, mesmo aquilo que é difícil, que custa. Estamos aqui para fazer com prazer a vontade de Deus. Fazemos tudo por amor e para o Capital de Graças, como fez o Pe. Kentenich e João Pozzobon”.

Após a Missa, os participantes do encontro acompanham a palestra da Ir. M. Nilza Pereira da Silva sobre o tema do encontro, “Schoenstatt em Saída”. Ela lembra que Schoenstatt é um Movimento em movimento, em constante saída. As situações desafiadoras do tempo são vozes de Deus, que nos envia a todos em missão, explica.

“Schoenstatt é um Movimento em luta e quem não se move não tem vocação para esse carisma. É desnecessário perguntar se nesse encontro há alguém disposto para a luta, pois todos nós estamos aqui porque já estamos em batalha, somos guias de agrupamentos que lutam em vários campos”, afirma.

Ela diz que todos são chamados para configurar uma nova era, um novo tempo, e levar cultura da Aliança de Amor para além de todas as fronteiras. “A Aliança de Amor vivida é capaz de transformar a sociedade, é capaz de gerar um mundo novo, uma nova cultura, da vida, da família, do amor”.

Schoenstatt em saída significa cada ramo, cada comunidade em saída, diz Ir. M. Nilza. “Missionar deve ser uma irradiação da alegria de quem compartilha a bênção que a misericórdia de Deus lhe concede! Tenho alegria de dar testemunho pelo ser e pela palavra, para que muitas pessoas encontrem a mesma alegria que encontro em meu ramo”.

Sua mensagem final, baseada no relatório do Congresso de Pentecostes, diz que, em atitude vitoriosa, repletos de espírito missionário, é preciso levar a todos a Aliança de Amor como caminho e esperança: “Partamos para a arena, levando nossa Mãe no coração e nos ombros”.

No final do encontro todos os participantes são convidados a se inscrever para realizar uma ação concreta missionária. Esse ato, de acordo com a disponibilidade de cada um, deverá ser realizado ao longo do novo ano missionário, como Igreja em saída, como Schoenstatt em saída. Com a benção do Santíssimo, a Família é enviada para, junto ao Pai e Fundador, viver um ano de santidade e missão.

  • Neyde S Oliveira

    O Espírito Santo nos ilumine nesta nossa missão de levarmos as famílias Nossa Senhora de Schoenstatt, mensageira de paz, esperança, amor,