Diocese de Taubaté: misericordiosos como o Pai

13 de abril de 2016

Encontro Diocesano da Campanha da Mãe Peregrina.

taubateAttilio e Cláudia Ferraro – O sol da manhã de domingo, dia 10 de abril de 2016, brilha com uma intensidade singular, desde cedo, sobre o pátio da igreja São Sebastião em Taubaté/SP. Algo diferente e especial é reservado para esse dia, pois lá acontece o 11º encontro de coordenadores e missionários da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt (CMPS) na Diocese de Taubaté/SP.

Cerca de 400 inscritos, fora o grupo de apoio com 15 pessoas, iniciam o ano reunidos, refletindo sobre a infinita misericórdia do Pai e como devem ser misericordiosos tal como o Bom Deus.

Em seguida ao café, os participantes se organizam numa procissão até a igreja, entoando o hino do Ano Santo. As cidades do Vale do Paraíba, em São Paulo, – Santo Antônio do Pinhal, Campos do Jordão, São Bento do Sapucaí, Tremembé, Caçapava, Pindamonhangaba, São Luís do Paraitinga, Natividade da Serra e Taubaté – são acolhidas por meio de símbolos que as representam, entoando o Hino da Mãe Peregrina. Todos acompanham, então, a entrada das bandeiras do Brasil, da cidade de Taubaté, do Movimento Apostólico de Schoenstatt e a Imagem Auxiliar Diocesana da Mãe Peregrina.

Das 8 horas às 9h30min é a vez da Ir. Márcia Maria Gusmão falar sobre a proposta de estudo para as famílias da Campanha em 2016. Ela explica sobre o conteúdo do livro “Minha Família, casa de Misericórdia” e estimula todos a viverem mais profundamente o Ano Santo.

Em seguida segue uma homenagem ao Sr. Paulo Lopes de Faria, responsável por levar a primeira imagem Peregrina à Diocese de Taubaté – esse fato aconteceu no ano de 1982, exatamente há 34 anos; atualmente são mais de mil imagens Peregrinas que circulam na Diocese.

Às 10 horas o Pe. Rodrigo Natal, pároco local, conduz a celebração com alegria e motivação. Em sua homilia recorda que todos os missionários também são pescadores, não de peixes, mas de famílias, e devem ajudar a resgatar e trazer as famílias a Jesus. “Estamos a serviço do reino de Deus”, diz ele.

Após o término da Santa Missa, Pe. Rodrigo prossegue com uma palestra sobre as obras espirituais e corporais de misericórdia, aplicando-as à vida dos missionários. Ilustrando esse tema, à tarde o grupo retorna com uma apresentação teatral preparada por jovens do Grupo Shalom, mostrando como os missionários devem agir com misericórdia com seu grupo de famílias, enfermos, jovens, etc.

No final da tarde, com a orientação da Ir. Márcia Maria, é hora dos coordenadores falarem sobre a caminhada em suas paróquias e onde precisam se atentar para manter acesso o fogo da missão. Finalizando o encontro, o assistente eclesiástico da CMPS na Diocese, Pe. Ricardo Luís Cassiano, fala sobre a preparação para alcançar as indulgências plenárias no Ano Jubilar e conduz a despedida com a oração de envio.

Todos partem com o coração alegre e esperançoso, com a certeza que devem ser misericordiosos como o Pai e um reflexo de Maria para o mundo.