“Deus nos fez em permanente saída”

26 de fevereiro de 2016

Região Sé abre o Ano da Misericórdia.

vila mariana 2Maria Dulce Navarro/Karen Bueno – Os coordenadores, missionários e famílias da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt (CMPS) que pertencem à Região Episcopal Sé, na Arquidiocese de São Paulo/SP, abrem suas atividades nessa quinta-feira, 25 de fevereiro. O auditório do Santuário Tabor da Confiança Vitoriosa no Pai, na Vila Mariana, recebe várias pessoas para o começo das atividades no Ano da Misericórdia.

O objetivo desse primeiro encontro de 2016 é inserir a Campanha nas correntes de Schoenstatt e da Igreja. Para isso, Ir. M. Nilza Pereira da Silva apresenta uma palestra intitulada “Schoenstatt em saída”. Ela diz que, como o Papa Francisco pede uma Igreja em saída, também a Família de Schoenstatt, diante das difíceis situações do tempo atual, vivencia um trabalho mais dinâmico, mais apostólico, tendo como suporte a Mãe e Rainha, que não deixa seus filhos e congregados sozinhos e dá como arma a Misericórdia de Deus!

“Quem ouve esta expressão – Schoenstatt em saída – pode pensar que se trata apenas de uma adaptação para se atualizar com as correntes de vida que Deus desperta em toda a Igreja, por meio do Papa Francisco. No entanto, basta conhecer um pouco da história do Movimento Apostólico de Schoenstatt para saber que Deus nos fez em permanente saída e é isso o que nos mantém vivos”, explica.

Ir. M. Nilza estimula, dando novo ardor ao trabalho missionário. Ela recorda que Schoenstatt é um Movimento em movimento, portanto, é preciso sair às ruas, levando a todos o entusiasmo e a alegria dos schoenstattianos.

Suas palavras são objetivas: “Ao selarmos a Aliança de Amor nos registramos como voluntários para a batalha no tempo atual e não há outra escolha: ou sacrificamos a nossa vida, ou perdemos a luta! Não há como permanecer no meio termo! Não existe schoenstattianos mornos, pois, se não são íntegros, na verdade, não têm em suas veias o sangue schoenstattiano. Schoenstatt é um Movimento em luta e quem não se move não tem vocação para este carisma”.

E uma coisa é certa, diz, se a Mãe convoca à missão, ela caminha junto: “Esta é a nossa arma de combate: Aliança de Amor! Lutamos para que a Mãe de Deus realize a missão que Deus lhe confia, no Santuário: unir os filhos a Cristo e na força do Espírito Santo os conduza ao Pai. A Aliança de Amor vivida é capaz de transformar a sociedade, é capaz de gerar um mundo novo, uma nova cultura, da vida, da família, do amor, a Cultura da Aliança!”.

Em espírito familiar, todos são enviados pela MTA, na certeza de que a Mãe e Rainha quer ajudar a conduzir a sociedade e que do Santuário é capaz de formar um mundo novo.