Carta sobre os Movimentos e a Hierarquia

22 de junho de 2016

Orientações do Vaticano papa-francisco-corpo-diplomatico

Ir. M, Nilza P. da Silva – No dia 14 de junho, o Vaticano, por meio da Congregação para a Doutrina da Fé, publicou uma carta muito importante para os Movimentos, cujo título é “A Igreja rejuvenesce”. O texto refere-se “a relação entre dons hierárquicos e carismáticos para a vida e a missão da Igreja. Os primeiros são aqueles conferidos pelo Sacramento da ordenação (episcopal, sacerdotal e diaconal), enquanto os dons carismáticos são livremente distribuídos pelo Espírito Santo.” (Radio Vaticano)

Reflete como o Espírito Santo suscita sempre vida nova na Igreja por meio dos carismas, capazes de atrair sempre mais pessoas para viver alegremente a novidade do Evangelho, de acordo com a missão do próprio Movimento, mas, inserido na Igreja hierárquica, pela unidade com as autoridades eclesiásticas. Os carismas dos Movimentos são “dons de importância irrenunciável para a vida e a missão eclesial”, portanto, os carismas autênticos devem ter “abertura missionária”, “necessária obediência aos Pastores” e “imanência eclesial”.

O documento traz pontos importantes para se reconhecer a autenticidade de um carisma: “Ser instrumento de santidade na Igreja; empenhar-se na difusão missionária do Evangelho; confessar plenamente a fé católica; testemunhar uma comunhão real com toda a Igreja, acolhendo com leal disponibilidade os seus ensinamentos doutrinais e pastorais; reconhecer e estimar os outros componentes carismáticos na Igreja; aceitar com humildade os momentos de provação no discernimento; ter frutos espirituais como caridade, alegria, paz, humanidade; olhar para a dimensão social da evangelização, conscientes do fato de que ‘a preocupação pelo desenvolvimento integral dos mais abandonados não pode faltar numa autêntica realidade eclesial’.” (RV)

Essas características nos lembram diretamente o lema que nos impulsiona no início desse novo século: “Contigo Pai, Família em Aliança, santidade e missão!” Que se possa dizer de cada filho de Schoenstatt o que se testemunha do Fundador, Pe. José Kentenich: “Ele amou a Igreja!”

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