Ele amou a Igreja

Pe. Irineu Trevisan

Como filho diligente do Pe. Kentenich, o Sr. João assumiu e procurou viver, com zelo especial, o amor à Igreja. Acompanhou as reformas da Igreja, promovidas pelos últimos Papas e o concílio Vaticano II, no sentido de manter-se atualizado, à altura dos tempos, habilitada a cumprir sua missão no terceiro milênio.

Compreendeu o Sr. João, que a Igreja hoje deve figurar, no conjuntos das nações, como de família, como a cidade sobre o monte, como a promotora da civilização do amor. Ou seja, como a Grande Família de Deus, procura, em todas as suas comunidades e instituições (Hierarquia, dioceses, paróquias, Institutos de vida consagrada, Associações e Movimento laicais e o povo de Deus em geral) viver irmanada pelo mandamento do amor insistentemente e belamente pregado e vivido por Cristo. De modo a merecer o elogio que caracterizou as primeiras comunidades cristãs: “Vede como eles se amam: são um só coração e uma só alma” (At 4, 32).

Assim, ela há de aparecer como a Cidade Luminosa a atrair os povos de todos os Continentes, raças e línguas, e ajudá-los, mais do que pela doutrina, pelo exemplo, a viverem entrelaçados pelos laços do amor, da paz, da justiça, da verdade e da liberdade (João XXIII). 

O Sr. João pôs a sua pessoa e suas atividades – a CMPS – a serviço dessa Igreja. No início ,fê-lo como simples leigo, depois investido no diaconato permanente. Por isto, cumpria, com esmero e assiduidade, os deveres comuns de cristão: missas, sacramentos, vida de oração... Mas, também buscou uma formação religiosa mais apurada, nos cursos bíblicos, palestras, encontros, retiros. Inscreveu-se em várias associações religiosas, em especial na Liga Apostólica dos homens de Schoenstatt. Empenhou-se por ser um cristão de fé convicta, comprovada pela vida e por sua ação apostólica.

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