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Pe. Irineu Trevisan
A
Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt atinge, hoje, cerca de
240 dioceses e mais de três mil paróquias, no Brasil.
A que se deve esta expansão e
êxito?
Sem dúvida, uma das razões é a sua estrutura. Ela tem caráter
eminentemente diocesano e paroquial. Compõe-se de grupos de 30 famílias
com uma Imagem da Mãe Peregrina a percorrer, um dia por mês nessas
famílias. Cada um desses grupos está sob cuidados de um zelador (senhora,
homem, casal ou jovem, Irmã religiosa, etc). Cada cinco ou dez zeladores
são regidos por um coordenador. E os coordenadores, por seu turno, são
de caráter comunitário-paroquial, paroquial, decanal (forania/região
paroquial) e diocesano, conforme devem zelar por um desses repetíveis
locais.
O funcionamento amplo da CMP depende muito do corpo de
coordenadores e zeladores. São os instrumentos eleitos indispensáveis.
“Deus criou o homem sem o homem, mas não quer salvar o homem, sem a
cooperação do homem” – professou Santo Agostinho. Por isto, a mão
humana é indispensável. Mas para isto é necessário o devido preparo e
certa conduta moral, religiosa, técnica.
Por esta razão, os coordenadores
e zeladores são preparados e instruídos através de encontros, palestras,
retiros, congressos periódicos. Nessas ocasiões, vão inteirando-se dos
objetivos, organização, espiritualidade, mensagens, funcionamento que
sustentam a CMP. Tudo é colhido do Movimento Apostólico de Schoenstatt, do
qual ela faz parte. Trocam experiências, solucionam os problemas
eventuais, estimulam-se mutuamente, acompanhados e orientados pelos
párocos, bispos, coordenadores de pastorais, assessores(as) (Padres,
Irmãs, leigos do Movimento de Schoenstatt) da CMP.
Esta estrutura
garante o desenvolvimento e frutos da
CMP.
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