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Papa
João Paulo II no Santuário de
Schoenstatt
em Roma
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Com isso, gostaria reforçá-los neste compromisso, que se pode assumir
de muitas maneiras. Entre estes, está compreendido também a defesa concreta
da vida ante a ameaça de uma cultura de morte que se difunde cada vez
mais, como demonstra de maneira horrível no aborto. Neste sentido, todos
os fiéis estão convidados a traçar “sinais luminosos”, dos quais o mundo
tem continua necessidade.
Os esforços de Schoenstatt estão dirigidos em particular para a família,
como célula fundamental na Igreja, da cultura e da sociedade. Seguindo
o conselho do vosso Fundador, vós dais à cruz e à imagem de Maria um lugar
de honra em vossas casas, convertendo-as em “Santuários da Igreja” (Cf.
Famílias Consortio, 55), onde Maria atua como Mãe Educadora.
Desse modo, Maria, como “Mãe Peregrina”, continua chegando aos homens,
para que eles possam experimentar seu carinho e ajuda maternal.
Nossa Igreja tem necessidade de vitalizar a vida de fé e a ação apostólica.
Este compromisso une as numerosas comunidades eclesiais e movimentos espirituais
que o Espírito suscita na aurora do Terceiro Milênio. Eles são uma
resposta da Providência aos numerosos desafios de nosso tempo.
3. Vosso novo Santuário, em Roma, está dedicado a Maria, Mãe da Igreja.
Que a “Serva do Senhor” os acompanhe e os guie no vosso serviço à
Igreja, de maneira que os traços da Mater Ecclesiae se tornem ainda mais
visíveis no Corpo de Cristo.
Por isso, de todo coração, dou a vós e a todos os que pertencem a vossa
Família mundial, minha bênção apostólica. |