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Ermidas dedicadas à MTA
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"Essas ermidas sejam pontos de partida, de onde o povo vem ao Santuário",
com essas palavras, o Diácono João Luiz Pozzobon explica o objetivo das ermidas da Mãe e Rainha de Schoenstatt. HISTÓRICO Ao visitar a Alemanha e Roma, em 1979, o Sr. João encontrou diversas ermidas nas ruas e praças. Heranças preciosas da história passada, em que as pessoas colocavam símbolos sagrados pela cidade, a fim de lembrar ao transeunte a existência de Deus e conduzi-lo à prece.
São pontos de parada e reflexão na caminhada e ajudam a encontrar-se com
Deus.
Assim, o Sr. João enriquece o seu apostolado com a Mãe Peregrina, agora não somente a levando às famílias, mas, erigindo ermidas dedicadas à MTA, em diversos locais. Especialmente, onde o pároco não consegue atender de modo suficiente. Tão logo retornou da sua peregrinação, João Pozzobon constrói a primeira ermida na localidade de Arroio Grande/RS. Em seguida começou a erguer em diversos lugares, principalmente nas encruzilhadas dos caminhos, pequenas ermidas.
"... nas periferias das paróquias e das capelas, nos lugares aonde o próprio sacerdote não chega... estou colocando um marco, um sinal que facilite a reunião da comunidade. Os párocos deram todo o seu apoio e bênção para a colocação das imagens da Mãe de Deus, Mãe e Rainha... já vou para a sexta ermida. O povo vem, é algo simples, mas atraente; mesmo aqueles que não gostam vão ver, e então a Mãe se encarrega do resto". (Herói Hoje... p. 117)
FORMATO SIMPLES "As ermidas eram singelas: uma imagem da Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, em bronze, fixada num pedaço de madeira cravado na terra e, sobre a imagem, um pequeno telhado de zinco de duas águas." (Idem p. 118)
BENTAS NO SANTUÁRIO "Eram bentas no Santuário, realizando uma segunda bênção com o povo, no local onde eram colocadas. Nessa ocasião se costumava-se fazer uma romaria com os vizinhos, uma pregação e uma oração de consagração."(Idem)
RITMO EM TORNO DA ERMIDA "Aos sábados, reza do terço. Nas primeiras sextas-feiras do mês, reza da via-sacra. Aos dias 18, 'reunem-se como símbolo da união com o Santuário...' Quanto possível, uma vez ao ano, celebração da Santa Missa. 'Essas ermidas sejam pontos de partida de grupos que virão ao Santuário.'" (Idem)
CADA ERMIDA TEM UMA PESSOA RESPONSÁVEL "Necessita-se de um líder... que em cada ermida reúna a gente e faça essa caminhada até o Santuário" (Pozzobon, 10.9.1080) |