Abertura da Porta Santa em Confins/MG

23 de dezembro de 2015

Misericordiosos como o Pai.

porta santa confinsCornélio e Maria da Glória Van Wijk / Ir. M. Liliane Dias – O dia 13 dezembro é um domingo alegre e cheio de vida em Confins/MG. Com expectativa a Família de Schoenstatt vivencia a abertura da Porta Santa da Misericórdia no Santuário Tabor da Liberdade, dando início a um novo tempo de encontro com o Senhor pelas mãos de Maria.

Um grande número de pessoas se reúnem para participar da Celebração Eucarística, presidida pelo Bispo Dom Edson José Oriolo dos Santos, acompanhado pelo Pe. Alexandre Rezende Guimaraes, pároco de Confins e capelão do Santuário, e pelo Pe. Lourival Felipe Soares, cerimoniário da Arquidiocese de Belo Horizonte/MG.

A celebração inicia às 15 horas na Tenda de Maria e conclui-se com uma caminhada até o Santuário, para a tão esperada abertura da Porta Santa. Diante da porta, Dom Edson pronuncia as palavras iniciais do rito solene de abertura ao rezar a antífona: “Eu sou a porta, diz o Senhor, quem passar por mim, será salvo. Entrará e sairá e encontrará pastagens”. Os sinos do Santuário ressoam solenemente enquanto o coral entoa o Hino do Ano Santo.

Entrando no Santuário, Dom Edson recebe a pequena imagem do Menino Jesus e, dirigindo-se ao presépio, beija o Menino e o deposita na manjedoura, marcando a espera e preparação para o Natal.

Na homília, o Bispo faz a reflexão exortando todos para a prática da misericórdia, especialmente no ano dedicado a esta virtude cristã. Enfatiza a oportunidade de obter a indulgência plenária para todos que, estando preparados, visitem o Santuário e rezem na intenção do Santo Padre, o Papa Francisco, participando da Santa Missa.

Após o encerramento do momento litúrgico, todos podem atravessar a Porta Santa e receber as graças e a misericórdia do Senhor. Envoltos nesta atmosfera sagrada, a Família de Schoenstatt se reúne para a sua confraternização de Natal.

O sentimento de gratidão pelo presente de misericórdia que a Providência Divina preparou invade a todos. E como ensina o Pai e Fundador, Pe. Kentenich, dádivas são tarefas, assim, se existe o privilegio de ter uma Porta Santa próxima, ao alcance, cabe a cada um ser também um caminho de misericórdia, anunciando o rosto paternal de Deus.

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