4º Dia – Nossa família: “O Sonho de Deus”

9 de julho de 2016

Rezemos o 4º dia da novena pelo Congresso sobre a Beleza da Vocação Matrimonial:

familia 2Oração Inicial:

Dá-me ó Deus,
Um coração filial para crer,
Um coração maternal para amar,
Um coração viril para agir.
Dá-me, para a atitude filial na fé: tempo e paz;
Para a atitude maternal no amor: pureza e alma;
Para a atitude viril no agir: humildade e confiança.

Ensina-me a verdadeira magnanimidade.
Ensina-me a servir, como tu o mereces;
Dar, sem contar;
Lutar sem olhar as feridas;
Trabalhar sem procurar descanso;
Entregar-me sem esperar retribuição.
A mim será suficiente a alegria de saber ter cumprido a tua santa vontade.

Ó Deus, eu me entrego totalmente, Criador e Senhor, Pai cheio de amor e bondade, sabedoria e onipotência.
Cumpre tua vontade em mim e por mim. Que eu seja teu instrumento, disposto, humilde e, se quiseres, cego. Amém.
(Dr. Fritz Kühr)

Leitura: Discurso do Papa Francisco na Vigília de Oração com as Famílias na Filadélfia/EUA, 26 de setembro de 2015.

“Por isso, a família é o símbolo vivo do projeto de amor que um dia o Pai sonhou. Querer formar uma família é ter a coragem de fazer parte do sonho de Deus, a coragem de sonhar com ele, a coragem de construir com ele, a coragem de unir-se a ele nesta história”.

Reflexão:

“Quem foi o primeiro portador da Obra das Famílias? Dr. Fritz Kühr. (…) Quem quiser, portanto, assumir conscientemente a missão do Dr. Kühr, deve predispor-se a aceitar a cruz e o sofrimento. É bom recordar que nenhum pedido o Bom Deus gosta de atender com mais prazer, do que o pedido por cruz e sofrimento. Uma preocupação especial do Dr. Kühr era que os schoenstattianos chegassem a ocupar postos políticos e econômicos mais elevados. Tinha uma visão muito ampla e era da opinião de que devemos penetrar em todos os postos, claro somente depois que nos tivermos educado como verdadeiros schoenstattianos. Também ele esteve no primeiro plano, em toda parte teve grande renome; mais tarde, porém, ficou mais nos fundos”.
(Trecho da alocução do Padre José Kentenich em Dachau em 16 de julho de 1967, nos 25 anos da Obra das Famílias de Schoenstatt).

Pode Deus contar conosco para escrever uma história de amor e de entrega? De fundar um matrimônio santo e assumir esta bela vocação?

Oração final:

Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do caráter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém.
(Trecho da oração final de Amoris Laetitia)